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 One-shot - Fio vermelho do destino

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Yuri~
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MensagemAssunto: One-shot - Fio vermelho do destino   Sex Ago 26, 2016 6:17 pm

Sinopse: Isabel é uma universitária de 20 anos que não acredita em nenhum tipo de conto. Ao conhecer seu vizinho Neil, um jovem de 27 anos, sua opinião pode acabar mudando.
--------------------------------------------------------------------------------------
Mais um dia normal na universidade, estava conversando com minhas duas únicas amigas no fim das aulas:

Isabel: Um fio vermelho que liga duas pessoas?- perguntei descrente.
Vanessa: Isso mesmo. É um fio invisível para nós que liga duas pessoas, independente da distância.
Jaqueline: Está destinado que, em um determinado dia, irão se encontrar.
Isabel: Que besteira. Onde vocês ouviram isso?
Vanessa: Você poderia ao menos fingir que acredita. ¬¬
Isabel: Meio difícil.- ri, me levantando em seguida.- Tenho que ir agora, ainda não fiz o dever da professora.
Jaqueline: Ainda?!
Vanessa: É até essa semana, cuidado para não esquecer.
Isabel: Ok, até amanhã.- me despedi, saindo da sala.

Vanessa e Jaqueline são minhas melhores amigas, mas algumas vezes se perdem em contos de fadas. Um fio vermelho que liga duas pessoas? Qual é, esse foi o pior conto que eu já ouvi. Já estava caminhando a alguns minutos e nem percebi quando cheguei na minha vizinhança. Ah, a amigável e bela vizinhança onde todos me olham com indiferença, fofocando e criando mentiras sobre mim. Por que fazem isso? Minha timidez é a culpada. Sou terrível em falar com pessoas que não conheço, então acho que criei uma imagem de uma garota metida e arrogante. Se me arrependo? Nem um pouco, essas pessoas são mentirosas então prefiro manter distância:

Susan: Olha só, é a Isabel. Ficou sabendo que ela saiu ontem depois da meia-noite e só voltou depois das cinco da manhã?
Melinda: Mas que indecência! Esses jovens de hoje...

E mais uma mentira para o livro "A vida privada de Isabel" escrito pela vizinhança. Quando vão esquecer que eu existo? As duas fofoqueiras mudaram o assunto de repente e acabei ouvindo:

Susan: Deixando isso de lado, está sabendo que teremos um novo vizinho?
Isabel: "Um novo vizinho?"- pensei, um pouco curiosa.
Melinda: Sim, ele irá para a casa ao lado da Isabel, não é?
Isabel: "Ao lado da minha?!"- fiquei surpresa.
Susan: Coitado.- a senhora disse, me encarando.

Suspirei e entrei na minha casa, fechando a porta e me sentando no sofá que ficava de frente para a televisão. Um novo vizinho, hã? Será fofoqueiro igual a todos daqui? E quando será que ele chega? Espera, por que estou tão curiosa? Tenho que fazer o meu dever logo, antes que... a campainha está tocando? Os meus pais vieram antes do dia marcado? Eu abri a porta e para minha surpresa, era um garoto totalmente desconhecido:

?: Sinto muito incomodá-la. É que eu sou novo na vizinhança e bom... estou sem açúcar.- ele deu uma risada sem graça.- Pode me dar um pouco?
Isabel: Ah, claro. Entra.- dei espaço para ele entrar e fechei a porta em seguida.- Pode sentar, vou pegar o açúcar.

Enquanto colocava o açúcar em um pote, o garoto parecia observar cada movimento meu com um sorriso no rosto:

Isabel: Algo errado?- perguntei.
?: Não, nada. É que... você é totalmente o oposto do que dizem na vizinhança.
Isabel: Como pode ter certeza disso? Acabamos de nos encontrar.
?: Dá pra perceber pelo seu jeito. Você só é um pouco tímida. Isso é muito fofo.- ele sorri.
Isabel:- coro.- O-obrigada...
?: Ah, desculpe pela minha falta de educação. Sou Neil, e você?
Isabel: Me chamo Isabel.
Neil: Prazer em conhecê-la, Isabel. Mora sozinha?
Isabel: Sim, estou aqui há alguns meses.
Neil: Quantos anos você tem?
Isabel: 20.
Neil: Ah, entendo. Também morei sozinho quando tinha sua idade.
Isabel: "Tinha?" Quantos anos você tem?
Neil: Tenho 27.- diz sorrindo.

Espera, 27 anos? 27 ANOS?! Mas cara, ele parece tão jovem quanto eu! Cadê os sinais do "Próximo aos 30"? Fiquei confusa agora, bem confusa. Mais confusa ainda por ter passado várias horas conversando com um desconhecido como se fôssemos íntimos há anos. E assim, fiquei sem fazer o meu dever. De novo:

Vanessa: Ei, ei! Vamos sair, faz tempo que não nos divertimos!
Isabel: Desculpem, mas eu tenho que fazer o dever da professora.
Jaqueline: Dever? Você não ia fazer ontem?
Isabel: Pois é, mas surgiu um vizinho novo e ficamos conversando por horas e...
Vanessa: Vizinho novo?
Jaqueline: Conversando por horas? Você não é tímida?
Vanessa: O que aconteceu?
Isabel: Nem eu sei.
Vanessa: Então, quem é o "vizinho novo"?
Isabel: Ele se chama Neil, tem 27 anos e...
Vanessa: 27 ANOS?! Puxa, seria o fio vermelho?
Isabel: Lá vem... -.-
Jaqueline: Ora, pense. Surgiu um vizinho do nada, vocês conversaram por horas... não acha que algo está acontecendo?
Isabel: Sim, eu acho que vocês estão vendo romance demais.
Vanessa: Aff, quando você fala assim fico me perguntando como ficamos amigas.
Isabel: Desde o ensino médio, quando vocês me ajudaram. Eu não pedi nada. u.u
Jaqueline: Sua boba!

Sim, foi no ensino médio. Eu e minha timidez sempre arranjávamos problemas. Era como na vizinhança, mas naquela vez, tentaram me agredir no banheiro:

Ashley: Se acha melhor que todas nós? Vou te mostrar o quão boa é!- prestes a me dar um soco.
Isabel: "Eu vou arrebentar a cara dessa..."

Vanessa e Jaqueline chegaram de repente e espantaram 3 garotas que estavam no meu pé, o que foi bom já que eu estava prestes a fazer uma besteira:

Vanessa: Ufa, parece que chegamos a tempo.
Jaqueline: Você está bem?
Isabel: Sim, obrigada.- encarando o chão.
Jaqueline: Qual o seu nome?
Isabel: Sou Isabel...
Vanessa: Eu sou Vanessa e essa é a Jaqueline. Que tal sairmos daqui?
Isabel: Sim!- olhei para elas e sorri.

Depois daquele dia, passamos a conversar e nos tornamos amigas. Foi um pouco difícil no começo, já que eu era tímida. Mas elas insistiram tanto e foram tão legais, que acabei me rendendo:

Isabel: Bem, podemos combinar para outro dia. O que acham?
Jaqueline: Ok.
Vanessa: Nos conte amanhã sobre o vizinho de 27 anos!- se despede, dando risada.
Isabel: Essas duas...- dei uma risadinha e caminhei para casa.

Quando eu cheguei, fiquei surpresa. Não é segredo que os vizinhos não gostam de mim, mas pintar a minha casa e sujá-la de coisas que nem conheço já é um pouco demais. Dei alguns passos para ver melhor como ela estava. Totalmente acabada. Suspirei, me preparando para abrir a porta quando ele me impediu:

Neil: Você é bem famosa, hein?
Isabel: Não de um jeito positivo.- sorri.
Neil: Por que não janta na minha casa hoje? Vai ser horrível cozinhar ali dentro.- apontando para minha casa.
Isabel: Eu agradeço, mas não quero incomodar.- tento entrar, mas sou impedida novamente.
Neil: Ora, vamos. Não vai incomodar. Sou eu quem está te convidando.- sorri.
Isabel:- pensei um pouco e acabei concordando.- Ok, mas não posso ficar por muito tempo.
Neil: Certo.- diz abrindo a porta de sua casa.- Sinta-se a vontade.- imitando aqueles mordomos chiques.
Isabel: Muito obrigada.- entrei rindo.

Ele fechou a porta logo depois, sinalizando para eu sentar no sofá e se dirigindo para a cozinha. Não passou nem um minuto e pude ouvir panelas caindo. Corri para a cozinha e o encontrei sorrindo, olhando para as panelas:

Isabel: Está tudo bem?
Neil: Sim, só não sou muito bom na cozinha...
Isabel:- suspirei.- Vou te ajudar.- disse começando a pegar as panelas.
Neil: Mas você é minha convidada.
Isabel: E você é meu vizinho. Devemos nos ajudar, certo?- sorri.
Neil:- ele sorriu em resposta.

Aquela noite foi divertida. Cozinhamos e damos muitas risadas. A comida também estava ótima. Mas, como havia dito, precisava fazer meu dever e voltar para casa. Então, me levantei da cadeira, sorrindo:

Isabel: Foi muito bom e divertido, mas agora eu realmente devo ir. Obrigada por tudo.- estava prestes a abrir a porta quando senti sua mão segurar a minha.
Neil: Espere, fique mais um pouco comigo.
Isabel: O quê?

Eu estava confusa e surpresa. Ele estava me segurando na mão e me olhando fixamente, me pedindo para ficar. Que pedido é esse? O que significa? Nós tínhamos acabado de nos conhecer! Só depois de alguns minutos ele soltou a minha mão, um pouco envergonhado:

Neil: Desculpe, eu falei sem pensar. Fui desrespeitoso com você.
Isabel: Não, não! Eu queria ficar mais aqui com você, mas realmente tenho que ir agora.
Neil: Queria... ficar comigo?- surpreso.

Não era só ele que estava surpreso. Não acredito que disse que queria passar mais tempo lá, com ele! Agora sabia que precisava ir embora, estava me enrolando cada vez mais:

Isabel: E-eu preciso mesmo ir! Até outra hora!- disse saindo em disparada.

Eu não faço ideia da cara que ele fez naquela hora, mas confesso que queria muito ter visto. Ao chegar em casa, pude finalmente fazer o dever da professora. Estava tudo uma bagunça do lado de fora, mas do lado de dentro nada foi mudado, o que era um alívio. No dia seguinte teria que arrumar tudo, já cansava só de pensar. Não demorei muito para ir me deitar e dormir, pude ir cheia de energia na universidade e entregar o dever:

Jaqueline: E então, e então?
Isabel: Então o quê? '-'
Vanessa: Como foi com o vizinho de 27 anos? Aconteceu algo, não?
Isabel:- corei na hora ao lembrar de ontem.
Vanessa: Eu sabia, eu sabia! O que houve? Nos conte!
Isabel: N-nada de mais.- virei o rosto. Sempre menti muito mal.
Jaqueline: Hm... se não quer nos contar, tudo bem. Vamos sair hoje?
Vanessa: Pode ser, estou livre. E você, Isy?
Isabel: Ah, tudo bem. Vamos.- sorri. Gosto do apelido Isy.
Vanessa: Combinado então, na saída planejamos pra onde vamos.- disse sorrindo.

E tivemos uma grande surpresa. Bom, pelo menos eu tive. As duas olhavam para mim com um sorriso bobo no rosto. Era Neil bem no portão da universidade, sorrindo para mim. Quando nos conhecemos, eu lhe disse onde estudava. Mas nunca pensei que viria até ela para me ver:

Vanessa: Ele é o vizinho de 27 anos? Puxa, não parece...
Isabel: Bem... o que está fazendo aqui, Neil?
Jaqueline: Ah, chamando pelo nome assim...
Vanessa: Parecem tão íntimos...
Isabel: ¬¬ - as duas sorriam como nunca, que vergonha.
Neil: Me desculpe por vir sem avisar, Isabel.
Vanessa: Pode chamá-la de Isy!- sorri.
Isabel: Vanessa, fique quieta, sim? u.ú
Vanessa: Certo! Vamos, Jaqueline.- disse puxando Jaqueline pelo braço.
Isabel: Algo aconteceu?
Neil: Não, está tudo bem! Eu só queria te mostrar um lugar...
Isabel: Me mostrar um lugar?
Neil: Sim...- ele parecia envergonhado e inseguro.
Isabel: O que estamos esperando? Vamos logo!- puxei sua mão e o levei.

Embora eu não soubesse o lugar, o conduzi enquanto ele me dizia o lugar que deveria ir. Parecíamos duas crianças correndo, perdidas. Na verdade, era muito engraçado e divertido. Parecia que eu finalmente estava... vivendo. Enfim chegamos, era um lugar muito bonito. Tinha um lago e árvores ao nosso redor, pássaros cantavam enquanto voavam sob a luz do pôr do sol:

Isabel: Que... lindo.
Neil: Gostou? Que bom.- sorrindo.- Vamos sempre nos encontrar aqui.
Isabel: E se algum dia você esquecer?
Neil: Que pássaros bonitos, não?
Isabel: Hã? Sim, são lindos. Mas...
Neil: Eles me lembrarão, e quando eu não estiver com você eles lhe farão companhia.- sorri.

Me contentei com aquela explicação, sorri e sem perceber encostei minha cabeça em seu ombro. Era uma sensação estranha, tínhamos nos conhecido não fazia uma semana mas... parecia que fazíamos aquilo há anos. Sentia que éramos tão próximos... como se fosse algo normal. A partir daí, passamos a nos encontrar todos os dias naquele lugar. Ele me buscava na universidade e saíamos correndo até o lago decorado com árvores ao redor. Era bom, me sentia feliz e viva ao seu lado. E então, chegou um dia que ele criou coragem e me chamou pra sair. E nós saímos. Fomos para um parque, gostávamos disso. Rimos, corremos, nos sujamos de sorvete... nós vivemos aquilo. E então, ele veio com uma pergunta repentina e estranha:

Neil: Ei, Isy? Você acredita em contos?
Isabel: Não. Sou uma pessoa muito pé no chão.
Neil: Por que não acreditar neles?
Isabel: Porque sei que não são reais.
Neil: Ora, como pode dizer isso? Afinal, estamos ligados por um: o fio vermelho. Vê?- pergunta, me mostrando sua mão esquerda apontando para o dedo mindinho.
Isabel: Neil, não estamos ligados por um fio.- sorri.- Vamos.- disse andando.

Dei apenas dois passos quando ouvi algo caindo atrás de mim. Me virei apenas por curiosidade, mas... era ele. Neil estava caído no chão, inconsciente. Chamei por ajuda e só depois me deixei cair em desespero. Ele estava bem? Ele ia ficar bem? Eu não sabia, não fazia ideia do que estava acontecendo. Ele acabou ficando internado no hospital por 4 dias, em nenhum deles eu deixei de visitá-lo. E no 4º, fiquei sabendo pelo doutor que Neil tinha uma doença desde sua adolescência. Uma doença terrível e sem cura que deveria tê-lo matado 5 anos atrás, mas que por algum motivo não o fez. Entrei correndo no quarto de Neil, queria vê-lo. Sentia que seria a última vez. Ele surpreendentemente estava acordado. Não sabia se podia, mas me joguei em seus braços e o abracei:

Neil: Você já sabe, não é?
Isabel: Por que você não...
Neil: O motivo de eu ainda estar vivo, é você. Queria achar a dona do meu fio vermelho e encontrei. E ainda consegui ser feliz ao seu lado por todos os dias em que ficamos juntos. Não poderia estar mais satisfeito, Isy.
Isabel: Neil...- eu olhei para sua mão e a minha que estavam entrelaçadas e vi. Eu vi o fio vermelho que ele tanto queria que eu visse.
Neil: Então, estou indo.- ele fechou os olhos e nunca os abriu novamente.
Isabel: Ei, espere. Como assim está indo? Você entra de repente na minha vida e sai sem mais nem menos? Ei, Neil. Me responda! Neil!- as lágrimas vieram sem aviso, assim como ele se foi pra longe de mim.

Eu fiquei ao lado dele por horas só chorando e chorando, segurando suas mãos com força. Minhas amigas tiveram que ir ao hospital e acabaram me levando para casa. A cerimônia de despedida foi no dia seguinte. Eu fui, com os olhos inchados, levando rosas amarelas. Ele amava rosas amarelas. Desde então, não passou um dia sem que eu conversasse com ele no túmulo, levando sempre as rosas. 3 anos se passaram desde que ele partiu e, como sempre, fui ao seu túmulo deixar as rosas:

Isabel: Oi, Neil. Hoje eu terminei a universidade e consegui um emprego. Vanessa e Jaqueline conseguiram um trabalho no mesmo lugar e eu trabalho na loja ao lado da delas. Tivemos uma festa de despedida, queria que você estivesse lá para ver.- dei uma pausa e olhei para o céu.- Naquele dia em que você se despediu de mim, eu vi o fio vermelho. Queria te contar naquela hora antes de você ir, mas não consegui. Será que ainda estamos ligados?

Um pássaro se aproximou de mim e eu ouvi. Tenho certeza que ouvi a voz dele. A doce voz de Neil me dizendo:

"Não se preocupe, vamos sempre estar ligados por esse fio vermelho. E enquanto não nos encontramos, os pássaros lhe farão companhia."

Não resisti e sorri junto a um choro momentâneo de alegria e saudade. Desde então, estou sempre olhando para o fio no meu dedo mindinho da mão esquerda. É um fio contínuo, não há fim. Sorrio sempre que penso que ele está ligado ao Neil. Os contos são mesmo reais, mas nem todos conseguem acreditar porque nem todos conseguem enxergar além. Há um mundo muito maior e melhor do que esse em que vivemos e eu o vivi junto de Neil.

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MensagemAssunto: Re: One-shot - Fio vermelho do destino   Sab Ago 27, 2016 5:32 pm

Ficou linda a one-shot! Eu chorei e tudo xD
Por acaso eu passei o tempo todo a perguntar-me porque é que ele estava a andar com as coisas tão depressa, mas era só porque ele conseguia ver o fio *w*
Fiquei com muita pena da morte dele mesmo xc ninguém merece
Ai mas gostei muito!!
A lenda do Akai Ito é muito conhecida no Japão, é fofa. Eu por vezes até me pergunto se será verdade xD
Mas acho que usaste bem essa lenda! Ficou muito querida a one-shot <3

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MensagemAssunto: Re: One-shot - Fio vermelho do destino   Sab Ago 27, 2016 10:30 pm

Que bom que gostou *u*
Eu fiquei uns dois dias fazendo ela, que bom que ficou boa! <333
Sabia que eu quase chorei também enquanto escrevia? XD

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MensagemAssunto: Re: One-shot - Fio vermelho do destino   Dom Ago 28, 2016 10:21 am

Ficou boa sim! Acho que houve algumas partes em que devias por exemplo ter colocado o texto a itálico porque ela estava a pensar. Por acaso eu tive dúvidas quanto a isso para escrever a minha história visto que ela também está escrita na primeira pessoa. Quanto à minha one-shot eu não sei se fiz tudo bem e sinceramente talvez tenha feito uma ou outra coisa mal no primeiro capítulo da minha história, mas o que quero dizer é que, independentemente da história ser narrada na primeira pessoa, os pensamentos dela ainda assim devem ser distinguidos da narração.
Por exemplo aqui: "Um novo vizinho, hã? Será fofoqueiro igual a todos daqui? E quando será que ele chega? Espera, por que estou tão curiosa? Tenho que fazer o meu dever logo, antes que... a campainha está tocando? Os meus pais vieram antes do dia marcado? Eu abri a porta e para minha surpresa, era um garoto totalmente desconhecido:"
O que não está sublinhado é narração e por isso está bem, mas talvez o que sublinhei devesse estar a itálico, já que é ela que está a pensar, não é?
É bastante complicado escrever coisas na primeira pessoa, devo confessar, tenho muitas dificuldades e mesmo lendo várias coisas tenho dúvidas, mas como tinha essa dúvida eu até fui pegar no exemplo do livro que estou a ler, porque apesar do protagonista estar a desempenhar a sua função na história, ele está também a narrá-la, tentando passar de certa forma aos leitores aquilo que sentiu quando aquilo aconteceu. Então se estiveres a contar uma situação da vida quotidiana a alguém dirias "e eu pensei ----", não irias colocar pensamentos sem fazer a distinção entre eles e a narração, certo?
Mas muito bom trabalho!! Eu também não posso falar muito porque não sou perita nisto mas pronto xD
Acredito! Se estiveres a escrever com o teu coração é completamente normal! E só assim os leitores irão sentir alguma coisa também!

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MensagemAssunto: Re: One-shot - Fio vermelho do destino   Dom Ago 28, 2016 5:03 pm

Ah, obrigada pela dica! Estava com essa dúvida também... como a minha próxima história vai ser em primeira pessoa, já vou conseguir escrevê-la melhor ^^ Acho que nessa semana não consigo terminar Magic of Tomoya, mas faltam poucos capítulos e então começo a nova *--*
Bem, estou feliz que tenha gostado <33

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MensagemAssunto: Re: One-shot - Fio vermelho do destino   

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