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 [Original Story] A Descoberta

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MensagemAssunto: [Original Story] A Descoberta   Qua Ago 24, 2016 6:16 pm

Aqui está o primeiro capítulo da minha mais recente história! Já o tinha começado a escrever há algum tempo mas entretanto tive um pequeno bloqueio, não de ideias, mas não sabia bem como escrever. Só esta tarde é que consegui de facto respirar fundo e escrever aquilo que já tinha pensado e acho que nem saiu mal.
Esta história não tem nada a ver com a Hontou no Kimochi e desta vez assenta num tema que eu gosto bastante, tendo em conta que adoro o universo da Marvel, principalmente o seu universo cinemático. Então baseei-me um pouco nisso mas tanto a história como os personagens são inteiramente da minha autoria.
Esforcei-me muito para pensar nesta história e vou dar o meu melhor para a tornar interessante, começando no primeiro capítulo. Ainda não está tudo totalmente pensado mas acredito que esta história será muito mais organizada que a Hontou no Kimochi.
Adiante, sem mais delongas, aqui está o primeiro capítulo!
Espero que gostem~

--- Capítulo 1 ---
    Assim que cheguei a casa reparei que tinha uma uma mensagem no atendedor de chamadas. A julgar pelo silêncio em que a casa se encontrava, percebi que provavelmente seria dos meus pais. Pousei os sacos de compras que tinha nas mãos em cima da mesa da cozinha e dirigi-me calmamente até ao atendedor de chamadas, cliquei no botão e sentei-me no sofá a ouvir a mensagem.
    “Olá querida! É a tua mãe. Hoje eu e o teu pai vamos ter de ficar até tarde no laboratório, desculpa. Prometemos compensar-te! Temos de passar um dia inteiro juntos um dia destes. Mas bem, tenho de voltar ao trabalho. Ah, tens comida no frigorífico caso sintas fome, é só aquecer! O teu pai manda-te um beijinho. Adoramos-te!”
    Olhei para o relógio. Dez da noite. Vão chegar outra vez para lá da meia-noite como têm feito ultimamente, pensei. Com um suspiro, levantei-me do sofá e subi as escadas para o meu quarto. Vesti o meu pijama, de forma a ficar confortável, e voltei a sentar-me em frente à televisão. Coloquei no canal de notícias local e adormeci rapidamente, estava extremamente cansada.

    Acordei de súbito. Alguém me estava a ligar. Quem me ligaria a esta hora da noite? Com sorte não eram os meus pais para me dizerem que iriam ter de ficar até ainda mais tarde no laboratório.
    Olhei para o nome que aparecia no ecrã do meu telemóvel. Pude ler “William”. Ignorei o facto de ser exageradamente tarde para ele me estar a ligar àquela hora e decidi atender, afinal ainda não tinha falado com ele durante aquele dia, e é sempre bom falarmos com o nosso melhor amigo. Assim que atendi reparei que algo de errado se passava. Estava ofegante e a sua voz exasperante.
- Eli, estás bem?
    Percebi que estava imensamente preocupado comigo apenas pelo tom da sua voz. Não precisava de conseguir ler pensamentos para isso.
- Estaria melhor se alguém não me tivesse acordado a meio da minha noite de sono – respondi sarcasticamente, enquanto bocejava. Seguiu-se uma pausa. Por momentos ponderei que talvez tivesse levado a peito o que lhe disse, já que estava preocupado e talvez este não fosse o momento para piadas, mas o William retirou-me dos meus pensamentos quebrando o silêncio.
- Elizabeth... Talvez... Talvez devesses ver o canal de notícias – disse relutantemente. Que se passaria? Raramente utilizava o meu nome completo.
    Lembrei-me de que tinha deixado a televisão ligada e desviei o meu olhar para a mesma. Assim que vi o que estava a acontecer fiquei em choque. Todo o meu corpo tremia, o que fez com que eu caísse ao chão, sem força nas pernas. Deixei cair o telemóvel.
    A cidade onde vivia era relativamente pequena, o que fazia com que um simples crime, como um roubo, fosse notícia durante um bom tempo. Por isso, esta eu tinha a certeza de que era uma notícia que ia durar durante muito tempo. Alguém tinha entrado no laboratório onde os meus pais trabalhavam e morto toda a gente. A polícia tinha chegado demasiado tarde. O laboratório era pequeno, mas bem reconhecido. Os meus pais eram pessoas inteligentes e que se dedicavam a encontrar curas para doenças, e estavam a executar uma importante investigação há já algum tempo. O Estado não lhes dava muito dinheiro para conduzirem as suas investigações, então os seus utensílios eram escassos, e as horas de trabalho mais que muitas. Eles mereciam muito mais reconhecimento por parte de todo o mundo. Pessoalmente, desde que os meus pais tinham começado a fazer horas extra, que isso me incomodava. Não gostava de os ver trabalhar demais, porque sabia que já se esforçavam imenso nas suas horas de expediente, além de que por vezes traziam trabalho para casa. A nossa cave está repleta de ficheiros e fórmulas derivadas das suas pesquisas.
    Segundo o jornalista, pouco se sabe sobre os motivos para esta catástrofe. A polícia foi chamada por um habitante que passava casualmente em frente ao laboratório. Vivia lá perto e percebera que algo estava errado, devido à notória agitação. Quem cometeu este horrível crime deixou poucas ou nenhumas provas, e tê-lo-á feito com a intenção de retirar informação de alguma das pesquisas que estava a ser efetuada no laboratório. Ou foi um crime cometido por peritos no assunto, ou então foi premeditado e muito bem delineado.
    Estava tão chocada que não me conseguia mover um centímetro. Não era capaz de tirar os olhos da televisão e os minutos pareciam demorar uma eternidade a passar. Não era possível. Não era possível que pessoas tão bondosas como os meus pais tivessem sido mortos de uma forma tão horrível e por motivos tão egoístas. Principalmente depois de dedicarem toda a sua vida a proteger a vida das outras pessoas.

    Parecia ter passado uma eternidade desde que coloquei os meus olhos sobre a televisão e recebi aquela terrível notícia, embora no fundo soubesse que tinham sido apenas alguns minutos. Foi então que ouvi alguém bater à minha porta. Continuei sem me mexer, e deu-se uma pausa. O silêncio acabou por ser quebrado por uma voz que reconheceria em qualquer lugar.
- Eli, por favor, deixa-me entrar! - pediu o William, voltando a bater na minha porta mais uma vez.
    A verdade é que não queria estar com ninguém, apenas sozinha. Afinal, ter-me-ia de habituar à solidão uma vez que perdera os pais, certo? O William era a única pessoa que me restava. E podia dizer que estava muito preocupado comigo. Fiz um esforço para me levantar e andei até à porta. Senti que precisava de utilizar toda a força do meu corpo apenas para percorrer essa mínima distância.
    Coloquei a minha mão na maçaneta e abri a porta. Assim que o fiz, fui completamente inundada pelos pensamentos preocupados do meu melhor amigo.
- Estava tão preocupado contigo! - disse, enquanto me abraçava com força. Eu sabia disso, não precisava que ele mo dissesse. Afinal, eu consigo ler os seus pensamentos. Os dele e de toda a gente, na verdade.
    O William estava a abraçar-me como se esta fosse a última vez que o poderia fazer. Como se se estivesse a despedir de mim. Algo que eu gostaria de ter feito com os meu pais, mas eles foram-me tirados antes mesmo de poderem cumprir a promessa que a minha mãe me tinha feito ainda cedo nessa noite. Enquanto absorvia todo o calor do abraço do William, finalmente permiti que lágrimas percorressem o meu rosto. Tinha estado tão em choque até àquela altura que nem sequer tinha sido capaz de chorar. Assim que me sentiu a soluçar e tremer, ele começou a acariciar os meus cabelos. Pergunto-me quantas vezes o teria feito desde que nos conhecemos. Raramente chorava em frente a alguém e, na verdade, detestava fazê-lo, mas reconheci que esta seria uma boa altura para o fazer, já que os meus pais morreram sem eu mesmo me ter podido despedir deles, além de que não conseguia evitar chorar mesmo que o quisesse.
    Assim que parei de chorar e o ritmo da minha respiração começou a acalmar, o William levou-me calmamente até à minha sala e sentou-se comigo no sofá. Não disse nada, apesar de se estar a debater sobre se deveria ou não dizer-me alguma coisa, mas não conseguia encontrar as palavras certas. Temia que se dissesse algo errado pudesse fazer ainda pior. Não o queria deixar em agonia durante muito mais tempo e, na verdade, não acho que pudesse lidar com ele naquele momento. O William preocupava-se comigo desde sempre, e hoje não era exceção. No entanto, eu estava demasiado abalada para ser inundada por uma corrente de pensamentos preocupados com o meu bem estar, por muito boa intenção que ele tivesse. Respirei fundo e disse, por fim:
- Muito obrigada por teres passado por cá, William. És um amor. Mas eu preciso mesmo de ficar sozinha agora.
    Ele olhou para mim com uma expressão confusa e claramente não acreditou em mim. Achava que era apenas eu a afastá-lo mais uma vez para que me pudesse fechar.
- De certeza? - perguntou, com cautela.
- De certeza. Graças a ti já pude chorar e deitar para fora o que tinha cá dentro. Agora por favor, vai embora, sim? Eu prometo que te ligo se precisar de alguma coisa ou se alguma coisa acontecer, mas preciso mesmo que me deixes sozinha – respondi, da maneira mais firme que consegui.
    O William estudou-me por momentos. Olhou-me diretamente nos olhos de maneira a ter a certeza de que estava a dizer a verdade e de que era isto mesmo que queria, que não era um daqueles momentos em que na realidade precisava de alguém mas teimava que queria ficar sozinha. Finalmente, com um suspiro, o William levantou-se, deu-me um carinhoso beijo na testa, olhou-me nos olhos como que a dizer que estava lá para o que eu precisasse, e saiu.
    Estava sozinha de novo. Sentia-me mal por ter mentido ao meu melhor e único amigo em todo o mundo, mas a verdade é que aquela situação tinha sido demasiado para mim. E como não poderia? Tinha acabado de perder a minha única família. Toda aquela situação era tão arrebatadora que, como tal, não conseguia aguentar a companhia do William naquele momento. Precisava mesmo de colocar os meus pensamentos em ordem e, para alguém com este tipo de poder, tal tarefa não era nada fácil, a menos que estivesse sozinha. Mas então e agora? Tinha acabado de receber a notícia de que os meus pais tinham morrido, de uma forma imensamente violenta, pelo que consegui perceber, e não conseguia suportar a companhia de ninguém sem sentir que a minha cabeça fosse explodir a qualquer momento. Decidi então voltar a prestar atenção ao que se estava a passar no ecrã da minha televisão. Tinha perdido grandes partes de informação em relação ao caso, isso é certo, mas com alguma paciência consegui perceber que os corpos dos cientistas estavam a ser transportados para a morgue, para que pudessem ser analisados e a sua autopsia determinada. Segundo a polícia, eles iriam fazer tudo o que conseguissem para descobrir quem cometera tão horrendo crime.
    Não que tivesse algo contra a polícia local, mas tendo em conta que raramente acontecem crimes de grande escala nesta pequena cidade, perguntava-me se eles teriam a aptidão necessária para resolver este caso. Talvez estivesse simplesmente a ser pessimista, graças aos horríveis acontecimentos daquela noite, mas não conseguia deixar de pensar que este seria um caso para uma entidade com mais dinheiro e poder. Até porque tudo o que queria naquele momento era que a pessoa que matara os meus pais fosse levada à justiça.
    É verdade. Até então não tinha percebido, talvez estivesse a comprimir o sentimento, mas começava agora a sentir uma grande raiva dentro de mim. E se a polícia demorasse anos a encontrar o culpado? Pior, e se nunca o encontrasse?
    Foi nesse momento que percebi que tinha de fazer alguma coisa. Não podia ficar apenas sentada quando algum criminoso fugia livremente pela cidade após ter cometido tamanho crime. Ainda por cima após ter morto tanta gente cujo objetivo de vida era ajudar as pessoas. Mas o que poderia eu fazer? Uma simples rapariga de dezoito anos? Mesmo que tivesse os meus poderes, não saberia como os usar nesta ocasião. Por muito que os meus pais se tivessem esforçado para saber mais sobre o meu dom – como eles se gostavam de referir aos meus poderes, ainda que não ache que sejam um dom – a falta de dinheiro era sempre um grande obstáculo, por isso nunca tinham conseguido ir longe com a sua pesquisa. Podia ainda fazer uso das minhas capacidades de artes marciais, caso chegasse a isso e de facto tivesse sucesso em encontrar o culpado, mas não me sentia alguém capaz de ganhar um combate.
    Vários pensamentos e questões continuaram a passar pela minha mente a uma grande velocidade, até que o toque da minha campainha me tirou dos meus pensamentos. Já tinha pedido ao William para me deixar sozinha. Terá voltado porque percebeu que afinal não me estava a sentir nada bem em relação a esta situação? Respirei fundo, de modo a acalmar-me, e ouvi com atenção os sons à minha volta. Estava tudo em silêncio, exceto por um pequeno pensamento que eu conseguia ouvir. Parecia longínquo e, sinceramente, era quase impercetível mas, aproximando-me da porta consegui ouvi-lo com mais clareza. Alguém se estava a perguntar se eu estaria mesmo em casa, e estava muito irrequieta. Prometera que me levaria com ela, mas agora que estava em frente à minha porta já não tinha tanta certeza se me conseguiria convencer a ir sem me levar à força. Afinal, só queria ser minha amiga.
    Para ser sincera, fiquei bastante surpreendida com tudo isto. Teria até ficado com medo se ela não parecesse genuinamente alguém que não estava à procura de problemas, e sim apenas a fazer o seu trabalho. Além disso, ela parecia mesmo querer dar-se bem comigo. Acho que terá sido a primeira pessoa além do William que terá pensado assim. Foi então que me apercebi. Porque saberia ela o meu nome? Estaria eu a ser investigada?
    Várias perguntas surgiram pela minha cabeça mas, a julgar pelo que ela estava a pensar, talvez fosse sensato não a fazer esperar muito mais e sim ouvi-la. Se a fizesse esperar talvez as coisas corressem ainda pior mas, se a ouvisse, talvez conseguisse descobrir uma explicação lógica para o facto de ela me conhecer e estar em frente à minha porta àquelas horas da noite. Respirei fundo e abri a porta. À minha frente estava uma rapariga loira, que aparentava ser bastante amigável e ter a minha idade. Assim que me viu mostrou-se surpresa e estendeu-me logo a mão.
- Oh, Elizabeth, certo? Eu sou a Agente Alanna Hayes, prazer em conhecer-te.
    Agente? Do que estaria ela a falar? No entanto, tendo em conta o grande sorriso que tinha no rosto, podia julgar que estivesse ali por boas razões. Certo?
- Prazer – disse um pouco relutantemente, enquanto lhe dava um aperto de mão.
- Posso entrar? Preciso de falar contigo sobre algo, urgentemente.
    Cada vez surgiam mais questões na minha cabeça, mas decidi ouvir o que ela me tinha a dizer. Desviei-me para que ela pudesse entrar e, assim que esta o fez, fechei a porta atrás de nós. Dirigi-me em direção ao sofá e fiz sinal para que ela se sentasse.
- Obrigada. Tens uma linda casa! - disse, claramente entusiasmada, enquanto se acomodava no meu sofá.
    Olhei para ela de forma estranha. A curiosidade de saber o que a trouxera até minha casa estava a comer-me por dentro. Ela olhou para mim e claramente percebeu o quão curiosa estava. A sua expressão fez-me perceber que se estava a divertir com a situação, aparecendo-lhe um sorriso nos lábios. Não percebia qual era o motivo de tamanha diversão, e estava seriamente a ficar irrequieta e incomodada com toda esta situação, até que a Alanna disse:
- Deves estar a perguntar-te o que faço aqui a estas horas e o porquê de saber o teu nome, certo? Pois bem, não acho que isso seja algo difícil de descobrir para alguém com um dom como o teu, no entanto, não te vou fazer esperar mais.
    Aquela afirmação fez-me ficar ainda mais desconfortável. Ela não só sabia o meu nome como sabia dos meus poderes? As únicas pessoas que tinham conhecimento de tal coisa eram os meus pais. Eu nunca tinha sido capaz de contar isso a mais ninguém, nem mesmo ao meu melhor amigo.
    Após uma pequena pausa para aclarar a sua garganta, continuou:
- Como já disse, sou a Agente Alanna Hayes. Porquê agente, perguntas-te tu? Porque trabalho para a P.R.I.D.E. Entre outras palavras, para o Projeto de Reconhecimento Internacional de Divisões de Espionagem. Este projeto é constituído por hábeis espiões, que arriscam as suas vidas todos os dias para salvar pessoas e fazer deste um mundo melhor. A verdade é que temos andado de olho em ti há já algum tempo e, com capacidades como as tuas, achamos que vais dar uma excelente espia e, por isso, queremos que te juntes a nós.

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MensagemAssunto: Re: [Original Story] A Descoberta   Qua Ago 24, 2016 7:01 pm

Estou gostando, a história é bem interessante e tem um mistério no meio. Adoro mistérios ^^ Quero saber como essa história vai se desenrolar o/
P.S.: Lendo o seu título, percebi que não está escrito Fanfic. Então lembrei dos meus, que são originais, e estão escritos Fanfic. Acho que escrevi assim por costume, agora decidi trocar ^^ Enfim, escreva mais ~
P.S.:² Acho que vou escrever uma One-shot essa semana, então leia e comente *--*

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MensagemAssunto: Re: [Original Story] A Descoberta   Qui Ago 25, 2016 5:25 am

Fico muito feliz que estejas a gostar! =D
Para ser sincera, eu ia escrever Fanfic também por causa do hábito, mas depois percebi que não fazia sentido sendo que é tudo da minha autoria.
Quanto à frequência dos capítulos, eu não sei quando os vou poder lançar mas eu queria muito lançar pelo menos um por semana. Mas vai depender muito porque eu também ando a pensar noutra história que quero escrever (mas essa será para um quiz e não para ser mesmo uma história). De qualquer das formas, ando com vontade de escrever então pode ser que consiga atualizar a história com bastante frequência~
Vou ler sim!! Estou ansiosa! *w*

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MensagemAssunto: Re: [Original Story] A Descoberta   Qui Ago 25, 2016 7:27 pm

Wee, aguardo para ler entom ~

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MensagemAssunto: Re: [Original Story] A Descoberta   

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